Estou cansada, e não falo só de sono. Sonho. Cansaço. Loucura. E um turbilhão de pensamentos. Só tenho a sensação de querer estar em outro lugar. Talvez com alguns amigos, se é que tenho algum. Me sinto sob pressão, e fecho os olhos com força, esperando abri-los e ver que todo esse mal estar se passou. Leio uma frase e me pergunto se alguma das palavras serviu para alguma coisa. Não, não serviu, nem ao menos para aliviar meu nervoso, meu estresse que me deixa cada vez mais pra baixo.
De mãos atadas, tento me concentrar em algum jeito de escapar. Mas ninguém consegue fugir de si mesmo por muito tempo, e esse é o tipo de coisa que se aprende quando tenta escapar de seus próprios pensamentos, medos. Me sinto atada, como que presa em uma obsessão. E a vida já nem parece tão importante assim.
Deito na cama o meu corpo definitivamente cansado e sinto um despertar interno. Minhas mãos tremem e meus pensamentos jorram em idéias desconexas que não me deixam ficar parada. Sento na cama, choro, sinto uma ânsia como se estivesse me afundando. Eu tento me concentrar no sono, mas ele parece ter se perdido em algum lugar.
Há um medo morando dentro de mim, e eu realmente não sei como destroçá-lo. Mas afinal por que motivos estou assim?! Uma pergunta que não tem respostas. Às vezes nem eu sei porque me sinto tão triste, indiferente. Isso esta me fazendo tão mal, e sei que não só a mim. Me sinto fraca que tenho medo de perder uma pessoa especial, alguém que me ama e que cuida de mim da melhor forma possível. A essa pessoa sou eternamente grata por me dar amor.
Tudo que eu quero agora é chegar ao ponto final. Vencer os medos, e viver como jamais vivi. Correr para acabar com a sensação dos pesadelos que não me deixa mover.
“Viva. Apenas viva plenamente. Porque a única certeza que temos é a de que essa vida não é para sempre”.
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