sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A tal Paciência...


Conhece aquela história?!
"Senhor, dai-me paciência, porque se me der força... Eu mato!"
Estou deste jeito. Tem hora que da vontade de largar tudo e sumir, sumir de tudo e de todos.
Claro, um acúmulo de preocupações, mas independente de justificativas, o que importa é o sentimento. Conhecer a si mesmo é o que conta para perceber quando estamos bem ou não, ou, no caso das mulheres, quando a causa é uma simples e tempestuosa TPM.
Toda a confusão emocional que estou passando me faz querer discutir acerca de paciência. O que ela é, afinal?!
Ouvir e calar?!
Sentir e não demonstrar?!
Não...
Paciência é, simplesmente, resignação.
É estar atado ao tempo, observando-o sem poder fazer nada contra ele.
Mas, diga-me, vai me dizer que é fácil?!
Pois claro que não!
Resignar-se diante das situações é muito complicado. Em expressão popular, é "dançar conforme a música": o problema é não saber os passos.
E então: você se resigna diante de tudo quanto te acontece?!

                                                         ...

Significado:
Paciência é uma virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo. Consiste basicamente de tolerância a erros ou fatos indesejados. É a capacidade de suportar incômodos e dificuldades de toda ordem, de qualquer hora ou em qualquer lugar. É a capacidade de persistir em uma atividade difícil, tendo ação tranqüila e acreditando que você irá conseguir o que quer, de ser perseverante, de esperar o momento certo para certas atitudes, de aguardar em paz a compreensão que ainda não se tenha obtido, capacidade de ouvir alguém, com calma, com atenção, sem ter pressa, capacidade de se libertar da ansiedade. A tolerância e a paciência são fontes de apoio seguro nos quais podemos confiar. Ser paciente é ser educado, ser humanizado e saber agir com calma e com tolerância. A paciência também é uma caridade quando praticada nos relacionamentos interpessoais.”



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